Então, conforme prometido, aqui vai o meu post de "Profeta do Apocalipse":
CRISE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA EM SÃO PAULO
* - Ao redor de março deste ano, a população de São Paulo estará numa situação insustentável, variando do racionamento à falta total e absoluta de água para as necessidades básicas - higiene, cozinhar e até pra beber.
* - Em outras palavras - a cidade estará em um processo de desintegração, tanto econômica quanto social. Um acampamento de nômades é impossível sem água, que dirá uma metrópole de vinte milhões de habitantes!
* - Até junho, muitos já terão migrado. Todos os que não sofrem da "síndrome do autômato" que é epidêmica na nossa sociedade já terão abandonado a cidade. Restarão os que só sabem ir trabalhar toda manhã e sentar em frente à TV toda noite, sem jamais pensar ou ter qualquer atitude por iniciativa própria.
* - A partir de junho, a falta dágua estará fazendo grandes indústrias fecharem; é impossível fábricas trabalharem sem água.
* - Quando as fábricas fecharem, até mesmo o "rebanho de gnus" sairá da passividade. A reação mais óbvia é êxodo em massa; a possibilidade de motins e saques não pode ser excluída.
* - Até o final deste ano, a maior metrópole da América do Sul terá, técnicamente, deixado de existir. Não é absurdo imaginar um cenário pós-apocalítico de um deserto de concreto calcinado, com talvez algumas dezenas de milhares de habitantes sobrevivendo em condições precárias. Como centro produtivo e econômico, São Paulo estará acabado.
* - As consequencias da catástrofe não se limitarão aos (ex-) habitantes de São Paulo, Uma crise financeira sem precedentes atingirá a todo o País e também aos parceiros no Exterior. E o impacto de milhões de refugiados em busca de casa e trabalho será devastador sobre todos os assalariados do Brasil.
* - Pode ser que isto nos leve a tomar as atitudes DRÁSTICAS e URGENTES que a degradação do meio-ambiente está a exigir. Ou pode ser simplesmente o primeiro passo para que o povo do Brasil, lugar tão rico em recursos naturais, se torne a primeira vítima da crise ambiental.
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